UTI completa significa atenção ampla à saúde
Além da estrutura física e tecnológica, um dos grandes diferenciais de uma UTI plena é o componente humano.
28 de março de 2019
(Foto: Divulgação)

Ouvir que uma pessoa foi levada à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital geralmente assusta. De fato, trata-se de um setor de alta complexidade voltado ao amparo de pacientes potencialmente graves ou com alguma descompensação do sistema orgânico. Mas quando a situação acontece, contar com uma UTI bem estruturada – com equipe experiente, equipamentos de última geração e infraestrutura completa – faz toda a diferença na hora de salvar vidas.

O médico intensivista Fernando Pippa, responsável pela UTI do Hospital São Francisco (HSF), em Cotia, explica que a área é um setor fechado e de apoio a toda unidade hospitalar. “É um setor especializado no tratamento de doenças e situações de urgência e de complexidade alta. A gente faz um trabalho de retorno à situação normal do doente. É um setor de apoio do hospital que está à disposição de todos os outros setores”, diz.

Para o profissional, é de suma importância que uma UTI tenha uma infraestrutura mínima para cumprir seu papel. Ao exemplificar, Pippa descreve a infraestrutura ofertada ao paciente na UTI do Hospital São Francisco, considerada por ele bastante satisfatória. “A estrutura que o Hospital São Francisco tem é muito adequada, tem até mais do que alguns hospitais que conheço. A gente tem até coisas a mais aqui em termos de exames de imagem e profissionais, que são muito bons”, ressalta.

A unidade conta com leitos específicos para terapia intensiva em número adequado e em conformidade com a legislação, monitorização de multiparâmetros (com monitorização cardíaca, saturação de oxigênio etc.), respiradores, camas com dispositivos elétricos para movimentar o paciente – que o intensivista garante ser um dos diferenciais, já que não é toda unidade hospitalar que possui -, suporte laboratorial, hemodinâmica, tomografia computadorizada, ressonância magnética, ecocardiograma, ultrassom e toda uma grande variedade de exames de imagem para um acompanhamento amplo do paciente, dentre outros.

Veja também  Prefeito Rogério Franco participa de reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana

“O nosso setor reflete uma complexidade que precisa ter o sistema funcionando adequadamente. Uma UTI não vai funcionar plenamente sem ter tudo isso que temos aqui”, aponta o especialista.

Componente humano como diferencial

Além da estrutura física e tecnológica, um dos grandes diferenciais de uma UTI plena é o componente humano. Uma equipe experiente e multidisciplinar é o que torna o setor ainda mais eficiente. “A qualificação profissional precisa ser boa e esse leito tem que ser equipado, e a gente dispõe disso”, afirma.

No HSF, conta Pippa, o reforço é grande. O departamento dispõe de equipe de enfermagem especializada nesse tipo de acompanhamento, serviço de fisioterapia 24 horas por dia, suporte de especialistas de todas as áreas e o acompanhamento de plantonistas e diaristas, como é o caso dele que, além de gestor, é diarista. “Acompanhamos o doente horizontalmente, não só no dia de plantão, a gente vê o paciente vários dias e isso dá uma melhor performance, você consegue ver o começo, o meio e o fim da situação da pessoa”, garante o médico.

O São Francisco dispõe de UTI Geral adulta e seu gestor garante: “temos todos os recursos necessários para exercer uma medicina de qualidade, não perdendo para nenhuma instituição, tanto em equipamentos quanto em material humano, que é importante também. Não basta só a tecnologia, você precisa ter pessoas confiáveis e aptas operando esses equipamentos e isso está muito bem adequado aqui”.

Crédito: Assessoria de Imprensa
Foi lançado neste fim de semana mais um beneficio para população. A Carreta da Saúde
A partir do dia 22 de abril, as Unidades Básicas de Saúde (UBS's) de Cotia
Mesmo com a solicitação feita pelo vereador Val Santos, o prefeito Jorge Costa impediu a